para quem tem contrato com o governo

Seu contrato público virou um peso.
E você ainda não sabe que tem direito de mudar isso.

Veja se você tem direito ao reequilíbrio econômico-financeiro, e como recuperar o valor sem abandonar o contrato.

(71) 98164-4878 · Atendimento em todo o Brasil

Ana Clara Rocha, advogada especialista em contratos públicos
14 anos
Referência em Licitação
🇧🇷Brasil

Se seus custos subiram e o contrato continua o mesmo, não é azar. Você está sendo lesado e existe solução jurídica pra isso.

"Meus insumos subiram 11%, mas o contrato não mudou nada."
"Pensei em desistir, mas tenho medo da multa por abandono."
"Pedi revisão de preço, o órgão negou e eu não soube o que fazer depois."
"Se eu soubesse que ia ficar assim, jamais teria participado da licitação."
"Continuo executando porque não sei se posso parar. Mas estou no vermelho todo mês."
"Estou pagando para trabalhar"

Você não está perdendo dinheiro por incompetência. Está perdendo por injustiça e por falta de informação técnica no momento certo.

A Constituição Federal e a Nova Lei de Licitações garantem ao contratado o direito de exigir o reequilíbrio econômico-financeiro quando fatos imprevisíveis tornam o contrato inviável.

Não é favor. Não é negociação. É um direito seu.

O problema é que a maioria das empresas não sabe que esse direito existe ou elabora o pedido de forma incorreta e tem ele negado.

entenda por que isso acontece

O problema não está em você.

Está na falta de um pedido técnico que obrigue o órgão a reconhecer o desequilíbrio.

01

Não sabem que o instrumento existe

Reequilíbrio não é reajuste. São instrumentos diferentes. Quem não sabe não pede.

02

Aceitaram uma negativa indevida

O órgão nega dizendo "já deu reajuste". Essa confusão pode e deve ser contestada.

03

Pediram sem prova suficiente

Pedido sem dossiê técnico é facilmente indeferido. O direito existe, mas precisa ser provado do jeito certo.

É por isso que você precisa de quem já esteve do outro lado da mesa.

para quem tem contrato com o governo

Em março de 2026, o diesel chegou a R$ 7,45, alta de 22,53% em 30 dias.

Guerras, crises de abastecimento, alta do petróleo: fatos imprevisíveis são exatamente o que a lei reconhece como causa legítima de reequilíbrio.

Lei 14.133/2021 — art. 124, II, 'd'

Prevê recomposição quando fatos extraordinários rompem a equação econômica do contrato.

Você pode estar deixando dinheiro na mesa agora.

ANTES DA GUERRA

R$ 6,07

por litro de diesel

DEPOIS

R$ 7,45

por litro de diesel

VARIAÇÃO EM 30 DIAS

+22,53%

A solução está em um pedido técnico que o órgão não consiga negar.

Pedido bem fundamentado, com provas certas e a distinção clara entre reajuste e reequilíbrio: o órgão é obrigado a se posicionar com argumento. Não com conveniência.

Quando ele nega sem fundamento, o recurso já está
construído dentro do próprio pedido.

É o que o Rocha Nascimento faz, do pedido administrativo ao judiciário, se precisar chegar lá.

Como trabalhamos o reequilíbrio do seu contrato:

01

Análise de viabilidade

Avaliamos se o seu caso tem fundamento antes de qualquer comprometimento.

02

Construção do dossiê

Organizamos as provas do jeito que convence quem vai deferir.

03

Apresentação do pedido

Entramos com o pedido técnico com a distinção que impossibilita a negativa mais comum.

04

Atuação até a resolução

TCU e judiciário se necessário. Do início ao fim, sem custo adicional por instância.

o que você recebe ao contratar

Análise de viabilidade do seu caso

Você sabe antes de começar se o direito é real no seu caso, sem comprometimento prévio.

Dossiê técnico completo

Todos os documentos organizados do jeito que o órgão precisa ver para aprovar.

Pedido irrecusável

Com a distinção entre reajuste e reequilíbrio que derruba a negativa mais comum.

Representação frente ao Tribunal de Contas

Se o órgão negar sem argumento técnico válido.

Atuação judicial se necessário

Incluso no contrato

Tudo no mesmo serviço, sem surpresa de custo por instância.

O serviço é para você que...

Tem contrato ativo com órgão público e está executando com custo real acima do valor contratado

Sentiu os custos subirem por um fato que você não causou: guerra, alta do petróleo, greve, mudança na lei

Pediu revisão ao órgão, foi negado, e não sabe se a negativa é definitiva

Está considerando abandonar o contrato mas tem medo das penalidades

Não sabia que existia um instrumento jurídico específico, diferente do reajuste, para exatamente esse problema

Quer continuar fornecendo para o governo, mas não no prejuízo

Se você se identifica com ao menos 2 situações, seu caso merece uma análise.

objeções que ouvimos todo dia

“Mas o órgão já negou uma vez.”

Uma negativa administrativa não encerra o direito. O que encerra é um pedido mal fundamentado sem a documentação certa, sem o enquadramento jurídico correto. Um pedido bem elaborado muda o resultado.

“Tenho medo de me indispor com o órgão.”

O maior problema que o empresário pode ter é não executar o contrato e ser punido por isso ou ter prejuízos, prejudicando a saúde financeira do seu negócio.

“Já tentei resolver sozinho e não deu certo.”

Reequilíbrio econômico-financeiro é uma peça jurídica com requisitos técnicos específicos. A diferença entre aprovação e negativa está na forma como o pedido é construído.

Elaboro para a sua empresa o pedido completo, com:

Análise do contrato e enquadramento jurídico correto

Levantamento e organização das provas do desequilíbrio

Peça técnica fundamentada na Lei 14.133/2021 e na jurisprudência do TCU

Cálculo do impacto financeiro e do valor a ser recomposto

Atuação perante os Tribunais de Contas e Judiciário, se necessário

Ana Clara Rocha em contexto profissional

Sou Ana Clara Rocha, advogada especialista em contratos públicos há mais de 14 anos. O diferencial não é o tempo. É que estive dos dois lados da mesa.

12 anos como pregoeira no setor público — estive do outro lado da mesa, avaliando pedidos de fornecedores. Sei o que o gestor precisa ver para aprovar.

Especialista em consultoria para empresas contratadas — sei como a Administração analisa um pedido de reequilíbrio e como construir um que seja difícil de negar.

Membro da Comissão de Licitação da OAB/BA — reconhecimento técnico do próprio mercado jurídico.

"Estive dos dois lados da mesa no setor público e na consultoria para empresas. Sei como a Administração analisa um pedido de reequilíbrio. E sei como construir um que seja difícil de negar."

Ana Clara Rocha · Fundadora do Rocha Nascimento Advocacia

Ainda tem dúvida se o seu caso tem fundamento?

Atendemos de segunda a sexta

perguntas frequentes

Reajuste corrige inflação e já está previsto no contrato. Reequilíbrio trata de fatos novos e imprevisíveis que aconteceram depois que você assinou. São instrumentos diferentes. Receber um não elimina o direito ao outro.

rocha nascimento advocacia

Não continue pagando
o prejuízo do bolso.

Seu contrato pode ter solução. O primeiro passo é uma análise, sem compromisso.

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